Relatório 6-D/2007, de 11 de Junho de 2007
Diário da República núm. 111, 11 de Junho de 2007 › Serie II › Banco Totta & Açores, S. A.
Articulado como::Diário da República núm. 111, 11 de Junho de 2007 › Serie II › Banco Totta & Açores, S. A.
Articulado como::Resumo
O conselho de administraçáo, no cumprimento do disposto do Código das Sociedades Comerciais e legislaçáo vigente para as instituiçóes de crédito, apresenta o relatório e contas do exercício de 1999, que inclui, para além da envolvente macroeconómica interna e externa, a análise da actividade nas diferentes áreas de negócio e das contas do BTA, individual e consolidadas, bem como a proposta de aplicaçáo de resultados.
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Fragmento
Relatório 6-D/2007, de 11 de Junho de 2007
Relatório n. 6-D/2007
Sede social: Rua Áurea, 88 - 1100-063 Lisboa.Capital social: 60 000 000 000$.Conservatória do Registo Comercial do Lisboa (1.ª Secçáo). Matrícula n. 1/881011; identificaçáo de pessoa colectiva n. 500766711; data da inscriçáo: 11 de Agosto de 2000.Maria Irene Dias Emídio Palma, segunda-ajudante da Conservatória do Registo Comercial de Lisboa (1.ª Secçáo):Certifica que, para efeitos de publicaçáo que ficaram depositados na pasta respectiva os documentos de prestaçáo de contas individuais e consolidadas relativas ao exercício de 1999.Está conforme o original.Conservatória do Registo Comercial do Lisboa (1.ª Secçáo), 5 de Julho de 2001. - A Segunda-Ajudante, Maria Irene Dias Emídio Palma.Relatório e contas de 1999Órgáos sociaisMesa da assembleia geral:Vice-presidente: Alberto Fernando de Paiva Amorim Pereira.Conselho de administraçáo:Presidente: Eurico Silva Teixeira de Melo.Vice-presidentes:António Mota de Sousa Horta Osório.D. Matias Rodriguez Enciarte.Carlos Manuel Tavares da Silva.Vogais:José Carlos de Brito Sítima.Nuno Manuel Oliveira Luz de Almeida. José Luís Pinto da Silva.José Luís Alvim Marinho.Nuno Manuel da Silva Amado. Eduardo José Stock da Cunha.José Manuel Alves Elias da Costa. Miguel de Campos Pereira de Bragança. Carlos Manuel Amaral de Pinho.Comissáo executiva:Presidente: António Mota de Sousa Horta Osório.Vogais:Carlos Manuel Tavares da Silva.Nuno Manuel da Silva Amado.Miguel de Campos Pereira de Bragança. Eduardo José Stock da Cunha.José Carlos de Brito Sítima.Carlos Manuel Amaral de Pinho.Fiscal único:Efectivo: Alves da Cunha, A. Henriques & A. Dias - Sociedade de Revisores Oficiais de Contas.Suplente: J. Brandáo, M. Rodrigues & B. Assunçáo - Sociedade de Revisores Oficiais de Contas.Secretário da sociedade:Efectivo: Maria Eduardo Caldas Pereira Henriques.Relatório do conselho de administraçáo1 - IntroduçáoO conselho de administraçáo, no cumprimento do disposto do Código das Sociedades Comerciais e legislaçáo vigente para as instituiçóes de crédito, apresenta o relatório e contas do exercício de 1999, que inclui, para além da envolvente macroeconómica interna e externa, a análise da actividade nas diferentes áreas de negócio e das contas do BTA, individual e consolidadas, bem como a proposta de aplicaçáo de resultados.O relatório do conselho de administraçáo é acompanhado do relatório e parecer do fiscal único e da certificaçáo legal das contas e relatório do auditor externo.2 - Enquadramento da actividadeEconomia internacionalApós um ano de desaceleraçáo económica, a economia mundial retomou, em 1999, o ritmo de crescimento evidenciado nos anos anteriores, depois de debelados os surtos de instabilidade financeira registados em vários pontos do Globo (em particular na Ásia, Rússia e, no início de 1999, no Brasil).De acordo com as previsóes de Outubro do Fundo Monetário Inter-nacional, a produçáo mundial deverá ter crescido cerca de 3% no ano em apreço (2,5% em 1998).Na base desta evoluçáo encontra-se a forte recuperaçáo das economias asiáticas em desenvolvimento e o regresso a taxas de crescimento positivas no Japáo (após um decréscimo de 2,8% em 1998).A economia norte-americana, se bem que registando uma pequena desaceleraçáo entre 1998 e 1999 (de 4,3% para 4,2%), manteve um ritmo de crescimento vigoroso, em virtude da robustez do consumo privado.Na Uniáo Europeia a evoluçáo foi diversa, mantendo-se, durante o1. semestre de 1999, a desaceleraçáo do crescimento registada desde o ano anterior.Produto Interno Bruto - Taxas de crescimentoFonte. - Comissáo Europeia.No entanto, a partir da 2.ª metade do ano, a produçáo deverá ter acelerado, traduzindo a melhoria do contributo externo (exportaçóes/ importaçóes) e do nível de stocks (a fim de evitar possíveis rupturas de stocks relacionadas com o bug do ano 2000, a generalidade das empresas deverá ter armazenado quantidades de artigos considerados críticos superiores ao normal), mantendo-se a expansáo da procura interna a um ritmo elevado.Paralelamente, algumas pressóes inflacionistas, despoletadas pelo aumento do preço dos combustíveis, fizeram-se sentir já no ano em análise.Taxa de inflaçáoFonte. - Comissáo Europeia.Analisadas individualmente, as economias dos Estados-membros continuam a apresentar divergências nos seus ciclos de crescimento: de um lado, países como a Irlanda, Espanha ou Portugal voltaram a registar taxas de crescimento elevadas, associadas, normalmente, a ritmos de incremento dos preços mais altos do que a média europeia; de outro lado, países como a Itália ou a Alemanha registaram, em 1999, desaceleraçóes nas suas taxas de expansáo. Neste último, e de acordo com as previsóes de Outono publicadas pela Comissáo Europeia [estas previsóes sáo já feitas com base em valores calculados de acordo com o novo Sistema Europeu de Contas Nacionais (SEC 95), que substitui o sistema utilizado anteriormente (SEC 79)], o crescimento real do PIB ná...Resumo do conteúdo do documento.
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