Decreto-Lei n.º 248/95, de 21 de Setembro de 1995
Diário da República núm. 219, 21 de Setembro de 1995 › Serie I › Ministério da Defesa Nacional
Articulado como::Diário da República núm. 219, 21 de Setembro de 1995 › Serie I › Ministério da Defesa Nacional
Articulado como::Resumo
CRIA, NA ESTRUTURA DO SISTEMA DA AUTORIDADE MARÍTIMA (SAM), A POLÍCIA MARÍTIMA (PM), CUJO PESSOAL REGE-SE PELO ESTATUTO DO PESSOAL DA POLÍCIA MARÍTIMA, ANEXO AO PRESENTE DIPLOMA. ESTABELECE A NATUREZA, COMPETENCIAS E ORGANIZAÇÃO DA POLÍCIA MARÍTIMA E INSERE DIVERSAS DISPOSIÇÕES SOBRE O RESPECTIVO PESSOAL, NOMEADAMENTE CONDICOES DE PROMOÇÃO E SISTEMA RETRIBUTIVO. DISPOE SOBRE A TRANSIÇÃO DE PESSOAL PARA A PM, DESIGNADAMENTE DO PESSOAL DOS GRUPOS 1 E 3 DO QUADRO DE PESSOAL MILITARIZADO DA MARINHA (QPMM), A QUE SE REFERE O DECRETO LEI 282/76, DE 20 DE ABRIL. MANTEM A SITUAÇÃO DO PESSOAL DOS GRUPOS 1 E 3 DO QPMM ACTUALMENTE ASSISTIDOS PELO CENTRO MILITAR DE MEDICINA PREVENTIVA. PREVÊ A APROVAÇÃO, POR PORTARIA CONJUNTA DOS MINISTROS DA DEFESA NACIONAL E DAS FINANÇAS, DO QUADRO DE PESSOAL DA PM.
Resumo do conteúdo do documento.
Fragmento
Decreto-Lei n.º 248/95, de 21 de Setembro de 1995
Decreto-Lei n.° 248/95 de 21 de Setembro A especificidade das actividades ligadas à navegação e a maior densidade da aplicação das normas respectivas nas zonas portuárias marítimas fizeram nascer, no dealbar dos anos 20, um corpo de polícia, composto por cabos-de-mar encarregues de fazer o policiamento geral das áreas das capitanias dos portos do Douro e Leixões e de Lisboa.
O Decreto-Lei n.° 36 081, de 13 de Novembro de 1946, que reorganizou o então Ministério da Marinha, integrou a Polícia Marítima no seu quadro de pessoal civil. Mais tarde, pelo Decreto-Lei n.° 49 078, de 25 de Junho de 1969, a Polícia Marítima foi integrada na Direcção-Geral dos Serviços de Fomento Marítimo, como corpo de polícia de que dispunham as capitanias dos portos.O Decreto-Lei n.° 618/70, de 14 de Dezembro, no âmbito da reestruturação que operou no quadro do pessoal civil do então Ministério da Marinha, criou 23 grupos profissionais, entre os quais o Corpo de Polícia Marítima e os cabos-de-mar.O Regulamento Geral das Capitanias, aprovado pelo Decreto-Lei n.° 265/72, de 31 de Julho, prevê a afectação ao serviço de policiamento, além do pessoal do Corpo de Polícia Marítima e cabos-de-mar, dos militares da Armada designados a título temporário e, na sua falta, o recurso a troços do mar qualificados.Pelos Decretos-Leis números 190/75, de 12 de Abril, e 282/76, de 20 de Abril, o pessoal do Corpo de Polícia Marítima, da Polícia dos Estabelecimentos de Marinha, do troço do mar, os cabos-de-mar, os práticos da costa do Algarve e os faroleiros passaram a constituir os seis grupos de pessoal do actua...Resumo do conteúdo do documento.
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